Paraíba implementará projeto piloto do CDR

Projetos do Centro de Desenvolvimento Regional em Campina Grande receberão R$ 3,6 mi em investimentos

Foto: Daniel Medeiros
Por Ângela Duarte há 6 meses

A Paraíba será o primeiro estado a implementar o projeto piloto do Centro de Desenvolvimento Regional (CDR), O anúncio foi feito pelo secretário executivo da Ciência e Tecnologia, Cláudio Furtado, em reunião realizada na Secretaria da Educação e da Ciência e Tecnologia (SEECT). Segundo Furtado, o CDR irá apoiar o desenvolvimento de projetos associados à melhoria da região: tecnologias sociais, projetos ligados à energias renováveis, biogás, biomassa, entre outros.

 O CDR tem sede em Campina Grande e está em fase piloto em três estados brasileiros – Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraíba – sendo que no Nordeste está mais adiantado. Os projetos selecionados receberão investimentos da ordem de R$ 3,6 milhões em três anos.

 “Serão investidos mais R$ 2,4 milhões em três anos, num total de R$ 3,6 milhões para o desenvolvimento dessas sete propostas selecionadas. Os trabalhos terão acompanhamento e passarão por avaliações de forma que o governo federal aprimore o programa. O plano é lançar um edital nacional no próximo ano, baseado nos resultados colhidos aqui e nos outros dois estados onde as primeiras experiências estão sendo feitas”, declarou Cláudio Furtado.


 Projetos em energias renováveis tiveram melhores colocações

 Os projetos paraibanos mais reconhecidos foram aqueles com alto retorno social na área de energias renováveis. Dentre eles, o projeto “Disseminando o uso descentralizado da energia fotovoltaica”, que visa a capacitação técnica, aplicação e articulação política para o uso descentralizado de energia solar fotovoltaica, coordenado pelo professor do IFPB, Walmeran Trindade.

 

“O projeto se estrutura em três bases de conhecimento para fazer a instalação de pequenos sistemas de geração de energia em propriedades rurais familiares, pequenos empreendedores, escolas; em cooperativas de compartilhamento de energia a serem criadas. E a fase final é buscar o envolvimento de prefeituras de pequenos municípios para que façam a adesão a esses sistemas de geração de energia”, explicou o professor Walderan Trindade.

 

Com assessoria