Marie Kondo procura US$ 40 milhões para expandir seu método de organização

Depois de sucesso com série da Netflix, especialista em organização negocia aporte para escalar o KonMari

(Divulgação/Netflix)
Por Ângela Duarte há 6 meses

Investimentos de fundos focados em capital de risco geralmente são associadas a negócios de base tecnológica, de gigantes a startups. A não ser, é claro, que você seja a especialista japonesa em organização Marie Kondo. A empreendedora está em negociações com entidades de venture capital para levantar 40 milhões de dólares (na cotação atual, cerca de 155 milhões de reais).

Marie Kondo é autora do best-seller “A Mágica da Arrumação” e ganhou recente destaque internacional com a série “Ordem na Casa com Marie Kondo”, disponível no serviço de streaming Netflix (que não divulga números específicos de audiência do programa).

Nos dois casos, Kondo apresenta seu próprio método de organização, conhecido como KonMari. É preciso organizar de acordo com categorias, e não por cômodos. Comece pelas roupas e siga para itens diversos e, por fim, coisas com valor sentimental.

O ensinamento mais conhecido é ficar apenas com produtos que “gerem alegria”. Quanto aos outros, agradeça pela companhia até agora e deixe-os ir.

O KonMari, criado em 2015 por Kondo e o marido Takumi Kawahara, foi de método a marca. Além de livros e cursos que formam consultores no método, possui uma plataforma para pessoas “se apoiarem na jornada pela organização”.

Incrivelmente, não é a primeira que vez que Kondo procura fundos de venture capital. De acordo com o site americano TechCrunch, o aclamado Sequoia Capital (com investimento em negócios como Apple, Instagram e WhatsApp) investiu uma pequena quantia no negócio em 2018.

Com o futuro aporte de 40 milhões de dólares, a organizadora planeja escalar o KonMari. O primeiro passo, diz o TechCrunch, é a construção de um comércio eletrônico. Em breve, talvez vejamos caixas e recipientes plásticos com a marca KonMari povoando casas na moda da organização que gera alegria.

Fonte: Exame