Sexto caso de malária é confirmado na PB

paciente, moradora do município de João Pessoa, tinha histórico de ida ao município de Conde

Foto: Reprodução
Por Ângela Duarte há 3 meses

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, no sábado (25), o sexto caso de malária na Paraíba. A paciente, moradora do município de João Pessoa, tinha histórico de ida ao município de Conde nos últimos 30 dias e apresentava sintomas da doença. Após confirmação da doença, ela foi transferida para o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HU), referência no tratamento dos casos.

A gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, pontua que a secretaria vem trabalhando junto aos profissionais do município de Conde e do Ministério da Saúde (EpiSUS), desde o primeiro caso notificado, para implementação de medidas de vigilância da doença que oportunize a identificação dos casos nos primeiros dias com o objetivo de interromper a transmissão.

O Governo vêm trabalhando para implementar medidas de vigilância e combate a malária, como pontua a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares. Além disso, ela observa que, mesmo com a execução de todas essas ações, um dos pontos mais importantes para interromper o ciclo da doença é a ida ao serviço de saúde daquela pessoa que reside no Conde ou que esteve na cidade no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas.

“Se a pessoa sentiu febre, acompanhada ou não de cefaleia, náuseas, fadiga, anorexia, calafrios, sudorese, cansaço, mialgia e tremores, deve realizar o teste rápido e/ou Exame Gota Espessa para malária e, se positivo, iniciar a medicação de imediato. A medicação é gratuita e disponibilizada pelo governo", observa.

O município de Conde caracteriza-se hoje com risco potencial de transmissão da doença, cabendo a todos os usuários e visitantes a tomada de medidas de prevenção contra picada de mosquitos como: o uso de calças e camisas de manga longa e de cor clara, uso de repelentes, evitar locais próximos a criadouros naturais dos mosquitos (beira de rios e lagos, áreas alagadas ou coleções hídricas, região de mata nativa), principalmente nos horários da manhã e ao entardecer, por serem os períodos do dia de maior atividade dos vetores da doença, entre 17h e 6h, uso de telas protetoras nas portas e janelas e o uso de mosquiteiros.

Com Assessoria